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Portimão City Bike Tour is a reality today after 2 years of proposal to include the event in the calendar

City Bike Tour

City Bike Tour

The official communication in press release said, a total of six hundred people have signed up for the first Portimão City Bike Tour on June 14th. Organised by Sportis and Portimão Council, the Portimão City Bike Tour promises to be a huge success, following the example of cities such as Lisbon, Oporto, Madrid and São Paulo.

Created to motivate people to live healthier lifestyles, the Portimão City Bike Tour will be a 15.5 kilometre course from Portimão’s Naval Club to Praia da Rocha and back.

The number of participants soon reached the maximum of 600 established by the organisation, with participants aged between 12 and 77.

They will be able to pick up their kits, which consist of a helmet, a backpack and a t-shirt, on the eve of the event, although they will have to collect their bicycle on the actual day, June 14th.

Sportis and Portimão Council, are supported by Algar and EMARP, all safety measures at the event are being guaranteed by the PSP, the GNR, the Portimão Bombeiros and the Portimão Red Cross.

What the official communication was avoided saying that the same proposal among others was submitted about 2 years in City Hall, in the person of its President, shifting from advisor to advisor, after traveling to the public company Expo Arade in order to “must show service”.

Without any pretense of originality, just wanted to propose something that we had participated, which generated a public lacking in most sports and environmental initiatives and that the event used to raise funds for causes such as the iniciative “no more violence against women”.

The official communication to the City Council has avoided saying that the proposals and ideas presented on events or other initiatives, are simply collected them for better days and catch the credit as will their own  initiatives. So the brilliant minds and idiots still working every where.

Two years later she gave birth to show for service between the residents and other friends of the bike. Good luck and we keep an alert to all participants: take a repair kit or the bicycle there may be a surprise for you 🙂 🙂 😉

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Presidente Ignoris Causa Obtusus

Manuel da Luz REPROVADO

Manuel da Luz REPROVADO

O Senhor Manuel da Luz tartamudeava os seus queixumes num diário com página dedicada ao Algarve, chorando a sua Quinta do Algarve temática, não percebendo o comum leitor, o cidadão portimonense ou até o algarvio ou até o português comum, se é da sua ineficácia de gestão autárquica ou se é de ter empregue uma série de gente que não produz ou se é do seu poleiro ex catedra ser tão alto, que não levanta o dito da cadeira para ver que a cidade e o Concelho de Portimão pouco dá aos seus cidadãos em termos de qualidade de vida.

Falar de falta de ética dos autores dos blogs, chamar de irresponsáveis, apontar falta de contribuição com ideias novas ou com o apontar de soluções, é o mesmo que dizer que está esgotado e chumbado, ele e o executivo que lidera. Ou será que só tem ouvidos para as palmas e os aplausos? Ou será que apontar desvios e erros é apenas maledicência e ausência do direito à diferença? Ou será que o senhor professor nunca aprendeu o que é crítica, objectiva, construtiva porque consciente e em estado de alerta para aquilo que outros desconhecem e se inibem de ver?

Primeiro: quem é que é pago para ter ideias sobre a gestão da cidade e foi eleito para tomar as rédeas do Município? Já vai com uns anitos, é que é mesmo! Adormeceu no posto!

Segundo: quando é que fazem umas intervenções da “edilidade aberta” ou “Município ou Presidência Aberta” e saltam do quentinho dos gabinetes para a rua, a fim de verem como isto funciona e nalguns casos mal?

Terceiro: quem é que afasta dos cidadão, se escusa a ouvir propostas diferentes ou a aceitar a participação de cidadania independente e nem sequer quer ver as propostas que eles têm para a cidade? Querem que as pessoas digam sempre bem? É que para isso há que ser muito bom, mesmo muito bom!

Quarto: quem tem tido uma política inactiva quanto à gestão de imóveis cancerígenos na cidade ou à inabilidade para sequer resolver o presente com os problemas que tem? Quantos espaços verdes, jardins públicos na verdadeira acepção dos termos, existem em Portimão?

Quinto: quem admite que haja uma bomba de gasolina debaixo de um prédio de habitação,  bem grande, em plena V6 e não faz nada? O edifício da Carmix diz-lhe alguma coisa? E sobre as entradas em Portimão? Bastaver o trânsito caótico em horas de entrada e saída, parece a segunda circular em Lisboa ou a circunvalação no Porto! Tsss, tss…

Sexto: quem admite que haja prédios em pleno centro de Portimão, habitado pelos  inquilinos e proprietários, sem licença de habitação, com ligações de energia eléctrica por fora das janelas, sabe-se lá onde vão buscar água e com aluguer de apartamentos e garagens de forma ilegal? Outros a caírem de podre, outros inacabados ou espaços abertos de lixo…

Sétimo: quem administra uma cidade que tudo transferiu para uma empresa municipal, de seu nome ExpoArade, de características anónimas(=obscuras, como se vai vendo pelo que a oposição agora manda cá para fora…) e nada permite que na cidade seja feito ao nível de eventos se não passar por essa mesma sociedade, onde estão os “compadres”? Que dizer da gestão do espaço público quando essa mesma sociedade intervem na preparação dos eventos, sem nada informar ao cidadão sobre cortes de estrada ou espaços de estacionamento, limitações de circulação ou de trânsito ou pura e simplesmente impera o caciquismo do quero, posso e mando, mais conhecida pela lei do facto consumado?

Oitavo: quem tem uma política inócua de recuperação de prédios urbanos, de obras de rua faz de conta ou de uma sinalética ineficiente, que aplica sinais em PVC ou de cartão canelado nas entradas da cidade para a expoarade e pavilhão respectivo?

Nono: quem tem uma política de sujeição à construção civil, ao betão e à construção desordenada, sem qualidade e em alguns casos aberrante?Quem tem responsabilidade sobre isso, o senhor Manuel da Luz ou o cidadão que vota e não vota em si?

Décimo: a ética pressupõe a necessária lista de regras de jogo, está subjacente ter subscrito ou assimilar um código de conduta ou pautar-se pelas normas de um qualquer quadro de valores e princípios, coisa que o poder absoluto, a ditadura e a ditadura democrática a que os senhores políticos do PS nos vêm habituando, manietando os seus concidadãos a uma falta de liberdade, opressão pela força da intervenção económica na vida portuguesa e ao controlo subtil de uma tenaz invisível, levaria a que muitos como o senhor Manuel da Luz queiram amordaçar quem ainda pensa de forma diferente e o diga por meios que dispõe à sua altura.

Esse é um dos principais princípios pelos quais pautamos a nossa vida e ao qual, pessoas como o senhor que nos querem amordaçar e limitar os nossos direitos cívicos, merecem a nossa indignação e total indiferença pela sua pessoa quando opta pelo comportamento pidesco operacional. Presidente ignoris causa obtusus.

A título de exemplo de que é melhor estar calado em vez de dar tiros nas pernas, joelhos,  artelhos e pés, como vai fazendo amiúde e  lembre-se apenas disto: quando lhe expusemos alguns projectos a realizar, o senhor Manuel da Luz achou interessantes; o seu acessor Poucochinho, não os leu nem preparou a reunião em que nos recebeu, após adiar a anterior sem ter a consideração de avisar; passado o assunto para a ExpoArade, o projecto perdeu-se, por duas vezes e até hoje ficámos a aguardar por resposta. Quer mais ideias? Muito rápido se passa de bestial a besta! Presidente ignoris causa obtusus.

Mais se comprova também que o dinheiro não é o bastante para ter ideias, inovadoras ou para pagar a quem as tenha, pois quem se queixa desta maneira está obtuso e manietado na sua mesquinhez de raciocínio e para quem se vangloria de milhões que o Município de Portimão tem e de outros serem uns tesos, há ideias simples que concretizadas e divulgadas, capitalizam mais que muitos fogos fátuos no universo político do Portugal dos Pequeninos. Presidente ignoris causa obtusus.

Quanto ao mais, muito ficará por dizer ainda no segredo dos deuses e que apenas com o aquecer da campanha eleitoral aparecerá; na utilização das novas tecnologias como os blogs e redes sociais, dentro da sua função original e na sua mais pura liberdade de expressão sob nick name,  pertinente e incómoda para tantos “yes man”, lhe indico que se dedique a ver umas imagens novas dos 7 mares do google earth ou uns filmes de animação para a sua idade no YouTube, porque gastar as suas energias a queixar-se de falta de ética quem pouca tem, muito deixará a desejar; ao senhor Manuel da Luz  apetece dizer, palavras sábias de um companheiro seu de partido, disse à uns dias ao seu governante: a cidade de Portimão que o senhor vê não é a mesma que os cidadãos vêem. Presidente ignoris causa obtusus.

É por isso que se tem receio do que os políticos magicam, pois o benefício dos seus cidadãos deixará muito que desejar.

Em nome do “PORTIMÃO AO CIDADÃO!” passe bem insuflado do seu ego, pois o senhor professor Manuel da Luz tem o nosso veredito neste blog quanto à liberdade de expressão: REPROVADO!

Portimão no caldeirão

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Aproximam-se as festas, desta feita as mais doces batatas e laranjinhas, juntando prendinhas para os autarcas de Portimão no lume do caldeirão. As forças opositoras laranja começaram a deitar os foguetes ao ar, mesmo uns dias antes da entrada do ano novo e das campanhas para as eleições de 2009 .

Já na guerra dos piropos políticos e das palavras, das sentenças acusatórias e dos conluios de ocasião após se conhecerem as contas do município, as perguntas fizeram-se ouvir, alto e bom som para quem gosta destas coisas das vaidades, show off e escândalos públicos; coisas estranhas voltam agora ao conhecimento do munícipe e cidadão portimonense, a seguir às conivências pouco claras e nunca esclarecidas, quando no calor do verão já se badalavam os apoios e relações do triângulo dourado entre o município de Portimão, a Expo Arade e o Sasha.

Eis que o caldeirão se aquece com as questões do mais simples bom senso e de proveito suspeito para o bem público: a partir da praça pública se colocam perguntas sobre os gastos do município e evidenciando claramente o desafio aos critérios dos gastos públicos, a saber:

Sabia que a Câmara Municipal de Portimão gasta anualmente em Publicidade e Propaganda cerca de Um Milhão de Euros?

Sabia que as despesas com Restaurantes se gastaram até Novembro do ano corrente 439.369,10 €?

Sabia que em rendas e alugueres se gastam anualmente cerca de 800 Mil Euros?

Sabia que em alojamentos em hotéis se gastaram até Novembro deste ano o valor de 243.949,28 €?

E que dizer dos apoios ao Autódromo Internacional de Portimão, quanto foi enterrado ali pelo Município? Ou pela Expo Arade?

E que dizer do Pavilhão Arade, inaugurado com pompa e circunstância em Julho do ano transacto, onde foram gastos milhões e se encontra às moscas e sem qualquer rentabilidade?

Pertinentes, estas e outras questões são relevantes para a vida de uma cidade e de um concelho com um desenvolvimento integrado e sustentado muito questionável, com a máquina pública a responder lenta e despreocupadamente às situações de calamidade pública e em termos de realidade social, os milhões previstos para gastos públicos anunciados pelo Sr. Manuel da Luz para a próximo quadriénio no poleiro parecem pombas a sair do chapéu do mágico da cartola, sem se perceber o que daí advém para alterar significativa e qualitativamente a vida do cidadão portimonense que não pudesse já ter sido feito.

Numa razão do custo benefício, o que resultou daqui para melhor e maior consistência da vida do cidadão portimonense e do concelho de Portimão?

Talvez mais do mesmo, o baile dos coça para dentro do grupinho do poder e a precisar de um abanão de um grupo de cidadãos activos, que não se compadece com promessas e pacotes de bolhas de sabão sem qualquer orientação para bem das pessoas.

Nesse sentido, mais até do que colocar-se numa perspectiva do bota abaixo puro e duro, seria importante para o cidadão comum conhecer as propostas dos diversos partidos e os projectos para o concelho e a cidade, bem como apontar caminhos de solidariedade e desenvolvimento a olhar para as pessoas que aqui vivem e trabalham, a par daqueles que bem recebemos todos os anos e nos aportam mais valias económicas e financeiras.